1ª semana (26-30 de junho)
1. Apresentação. Onde
fica Portugal? Lisboa: a cidade de Ulisses ou Atlântida? Os poetas da cidade.
Os bairros. Sérgio Godinho e Caetano Veloso: «Lisboa que amanhece». O cinema,
o imaginário. Um país de poetas sentados, marinheiros em terra.
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2. Muito mundo dentro de
tão pequeno país. História e Geografia. Onde estamos determina para onde
vamos? Os sotaques. Porto, Alentejo, Madeira, Açores.
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3. Fernão Mendes Pinto e
Camões: verso e reverso, irmãos complementares. O 25 de Abril: uma pequena história do século
XX.
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4. Descobrimentos,
navegação marítima, pirataria, tráfico de escravos. Império, colonização.
Ideologia do lusotropicalismo. Uma visita à Mafalala (musseque de Maputo).
Poemas de José Craveirinha.
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5. Balanço da semana. Exercício.
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2ª semana (3 a 7 de junho)
6. Portugal e o Brasil.
Golpes de sorte e de génio idiota: D. João VI, Napoleão, D. Pedro. O que é
isso de «países irmãos»? Ambiguidades, coisas boas e coisas más das relações
históricas.
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7. Angola, Moçambique,
S. Tomé, Guiné, Cabo Verde. Quem somos hoje? A CPLP funciona? As redes
sociais e o futuro: re-unir o que está afastado. Cultura, política, economia.
Macau, Timor e Goa: pontos de vista, equívocos, realidade atual. Vasco da
Gama, o abade Faria, António Costa.
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8. Um país velho ou um país
imaturo? Algumas surpresas no «pequeno país conservador». A lei portuguesa e
os «brandos costumes».
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9. A comédia da
identidade. Almada Negreiros e Júlio Dantas. O «manifesto anti-Dantas».
Leitura encenada de A Ceia dos Cardeais.
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10. Balanço da
disciplina. Prova final.
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contas
com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Ensinas-me fazer tantas perguntas
Na volta das respostas que eu trazia
Quantas promessas eu faria
Se as cumprisse todas juntas
Não largues esta mão no torvelinho
Pois falta sempre pouco para chegar
Eu não meti o barco ao mar
Pra ficar pelo caminho
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que está pra acontecer
Qualquer coisa que eu devia perceber
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda
Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Mas sei
É que não sei ainda
Há sempre qualquer coisa que eu tenho que fazer
Qualquer coisa que eu devia resolver
Porquê, não sei
Mas sei
Que essa coisa é que é linda

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